terça-feira, 11 de junho de 2013

Capítulo 10 - Roles Reversed. Good to see ya, bad bitch.



Leiam a nova fanfic no anime: TAKE CARE
Assistam o TRAILER de ROLES REVERSED:
MÚSICA DO CAPÍTULO: REMEMBER YOU - WIZ KHALIFA FT THE WEEKEND.

“Tudo o que eu peço á você é permaneça em minha memória."
P.O.V JUSTIN BIEBER
- E aí doutor, como ela está? - Disse eufórico, levantando-me da cadeira. 
- Ela está bem, porém foi um impacto muito forte. Tem certeza de que ela apenas caiu da escada?
- S-sim, claro! - Disse ríspido. - Foi um tombo muito feio, na queda ela bateu a barriga em um dos degraus e... - Suspirei. - O bebê, como está?
- Ele infelizmente chegou á falecer. É muito triste, porque ele já estava praticamente formado dentro dela. Eu sinto muito! - Ele tocou o meu ombro. - Você pode visitá-la, mas porém a paciente encontra-se desacordada. 
- Tudo bem, eu vou lá. - Disse limpando a lágrima que vinha á escorrer em meus olhos rapidamente. Caminhei até o seu quarto e quando vi Demi naquele estado, bateu-me uma tristeza profunda. Quantas vezes eu já havia á posto naquela mesma situação?
- Minha querida. - Fechei a porta. - Nem sei se posso te chamar desta forma. Eu sinto muito. Eu realmente sinto muito. Eu estou sendo um tanto quanto atrevido lhe dizendo isso, porque não acho que mereça minhas desculpas. - Peguei em suas mãos. - Espero que melhore, do fundo do meu coração. Eu estava inconsciente, eu estava alucinado de raiva. Eu jamais queria lhe causar um dano feito esse, eu jamais iria querer te fazer perder esse filho. No caminho, tive que tomar uma decisão muito difícil para mim. Eu decidi que vou me afastar de todas as maneiras de você. Eu nunca mais vou voltar a lhe fazer mal. Isso é uma promessa. "Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura." E eu acho que acabou de se furar. Eu cheguei no meu limite. E eu sei que você também. Eu te amo. E só lhe peço que continue na minha memória. Eu só lhe peço que você lembre de mim assim como eu me lembro de você. 

3 meses depois...

- Caroline? - Meus olhos se arregalaram e eu dei um passo atrás, após abrir a porta. 
- Eu mesma, lindinha. - Ela sorriu sínica e passou por mim, se jogando no sofá. 
- O que você quer aqui? 
- Conversar. Preciso levar um papo contigo. O Justin tá me enchendo a porra do saco!
- Justin? Quem é Justin?
- Não se faça de besta. 
- Eu realmente não sei quem é Justin. 
- Demétria, sem essa. Você não pode fingir que nada aconteceu. Você não pode esquecê-lo de uma hora pra outra.
- Claro que posso. Até porque, já esqueci!
- Ele não te jogou da escada. 
- Não?! - Ri debochada. - Não importa, ele chutou a minha barriga. 
- ELE NÃO SABIA! 
- Qual é a tua garota? Veio aqui discutir minha relação com o Justin porquê? Foda-se a minha vida pra você mulher, se manda daqui porra!
- O Justin é completamente apaixonado por você. E o imbecil não consegue fazer nada além de falar em você. Ele vai pirar a cabeça. 
- Foda-se. Ele tinha que pensar nisso antes de me causar tanto mal. Ele causou isso. Ele quis isso. Ele destruiu minha vida. Você sabia Caroline, que eu posso nunca mais engravidar? Sabia? Eu perdi tantos filhos que eu corro risco de nunca mais ser fértil. Tem noção de como isso dói?
- Não. - Ela revirou os olhos. - Mesmo assim. Ele nunca iria querer teu mal. 
- Caroline, você é ridícula! Some daqui! Ele nunca iria querer meu mal? Ele tatuou-me como se eu fosse um objeto que pertencia á ele. Ele me trata como um boneco, um brinquedo dele. Ele pensa que eu não tenho sentimentos, que eu não sinto dor. Ele acha que eu sou o saco de pancadas dele. Não sou Caroline! Não sou.
- Sem essa! Você o ama e ele te ama. Qual o problema de vocês? 
- Olha quem fala! Você me odeia porque teu namoradinho de infância lhe trocou por mim. Você é realmente ridícula! Quanto o Justin tá te pagando pra você me dizer isso? Sinceramente, some daqui antes que eu te dê uns tapas.
- Morrendo de medo. - Ela se levantou. - Só toma cuidado com quem você anda, tá? É um aviso. 
- Do que está falando? - Franzi as sobrancelhas. 
- Desse bilhete aqui em cima do sofá, do Steven. - Ela mostrou o papel. - E não é que é o número dele? - Ela sorriu debochada e eu corri, tentando pegar o papel de suas mãos. 
- É sobre trabalho!
- Mesmo assim. Certas pessoas não são tão confiáveis quanto parecem. 
- Do que está falando?
- Nada, nadinha mesmo! Faça de minhas palavras a sua sentença! - Ela passou pela porta antes que eu pudesse lhe responder.
Nem deu tempo para eu pensar direito, apenas peguei meu celular e disquei o número de Steven. 

Início de Ligação

- Alô? 
- Hey Steven! - Disse empolgada. - Aqui é a Demi. 
- Ah sim! Tudo bem senhorita Demi?
- Tudo ótimo! - Sorri. - E com você?
- Tudo perfeitamente bem! O que devo á honra desta ligação?
- Eu queria que você viesse até a minha casa para nós terminarmos de planejar aquele big assalto. 
- Mas você não acha melhor nós resolvermos junto com os outros garotos? É bem mais fácil. 
- Bem... Eu... 
- Você está carente? - Deixei escapar um sorriso bobo de meus lábios. 
- Absolutamente! - Me joguei no sofá. - Meus homens todos foram embora.
- Você não tem culpa deles serem idiotas. 
- Talvez eu seja a grande idiota disso tudo.
- Não diga isso! Olha, se quiser espairecer, irei junto á você com o maior prazer. Eu costumava á pescar muito quando eu era mais jovem, e sei lá, você gostaria de me acompanhar?
- Pescar? Pra te dizer a verdade, eu nunca fiz isso na minha vida! - Ri. - Mas eu aceito o seu convite. Dizem que pescar é realmente muito bom para relaxar. 
- Ótimo! O que acha de eu te pegar aí as 19 horas?
- Mas logo á noite?
- É o melhor horário, principalmente quando se quer esquecer da vida. 
- Mas não ficará tarde para voltarmos?
- A gente poderia acampar. Séria incrível. Eu adoro ar livre. 
- Sério? Eu também! - Soltei uma risada. - Eu adoraria acampar com você Steven!
- Perfeito! - Ouvi sua risada. - Te pego ás 19, hein?
- Combinado! - Desliguei o celular. 

Fim de Ligação

Queria muito saber o porquê de Caroline mandou eu tomar cuidado com ele. Com certeza deve ser algum antigo peguete dela e ela está com ciumes. E é por isso mesmo que eu vou sair com ele. Eu tô precisando relaxar, me apaixonar novamente. Nesses últimos meses eu prendi tanto dos meus sentimentos que eu realmente preciso me deixar levar pela vida.
Eu me prendi muito á várias pessoas, eu esqueci de viver a minha vida. Eu sempre procurei estar ao lado de uma pessoa que era praticamente impossível. Eu jamais esqueci Justin e ainda mal caiu a realidade que ele está vivo e muito pior do que eu jamais imaginei. 
Eu nunca quis que a minha vida se tornasse isso. 
Eu nunca me imaginei sendo essa pessoa que sou. 
Eu passei a minha vida inteira tentando achar alguém que me completasse, quando eu deveria completar a mim mesma. Eu simplesmente só precisava achar alguém para me transbordar. 
Levantei-me do sofá, jogando o meu celular em cima do mesmo e largando o papelzinho que continha o número de Steven. Subi as escadas correndo, para poder tomar um banho e arrumar a minha mala pra passar um dia ao ar livre. Despi-me e deixei com que a água quente relaxasse o meu corpo, fazendo-me sorrir pela sensação gostosa. 
Assim que terminei, fui até o meu quarto e escolhi uma roupa. Já eram 18:00hrs em ponto, eu tinha que me apressar. 
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=85214583&.locale=pt-br
Peguei a minha mala, juntamente com o saco de dormir que estavam do lado do guarda-roupa e comecei a separar algumas coisas para não ter problemas. Coloquei algumas roupas caso aconteça algum imprevisto, repelente e alguns acessórios. Fechei e coloquei em cima da cama, indo até a cozinha e pegando uma bolsa térmica de tamanho médio. Coloquei algumas comidas e frutas. 
Estava tudo pronto, minhas malas e adereços estavam postos na sala e eu me olhava no espelho, arrumando o cabelo que prendi em um rabo. Olhei no relógio e marcavam 18:55. Espero que Steven faça tudo valer a pena. Eu só quero curtir, esfriar a cabeça.
A campainha tocou e eu levei minhas malas até o jardim, aonde Steven me aguardava encostado em seu carro. Lancei-o um sorriso e o abracei, dando-lhe um beijo na bochecha. Me aproximei bastante dele nesses últimos meses, já que os meninos se afastaram um pouco pelo ocorrido. Ele é uma ótima pessoa e eu realmente quero estabelecer essa amizade entre nós. Adentrei o carro e tomei o lugar do carona, esperando por Steven que colocava as bagagens no porta malas. 
Ele deu a partida sem pressa, passando pelo portão de minha casa. Peguei o meu celular e fiquei entretida com alguns aplicativos, enquanto aguardava chegarmos no local. Pelo visto era longe, mas se fosse para valer a pena, eu realmente não ligava. 

P.O.V CAROLINE 

- E aí, Bieber! - Joguei a chave em cima da mesa. Ele quase voou em cima de mim. 
- O que ela disse?
- O que você acha que ela disse? - Lhe dei um peteleco na testa.
- Droga! Ela nunca vai me perdoar. 
- Não se você salvar a vida dela. 
- Do que está falando?
- Ela está saindo com o Steven. Acredita?! Tão inteligente mas ao mesmo tempo tão burra. Steven é um assassino nato e ele é louco pelo cargo que ela ocupa. É óbvio que isso não passa de um plano pra matá-la. 
- Que plano? - Disse surpreso. 
- Ele chamou-a para pescar e acampar. Típico dele. Ele é viciado em tubarões. 
- Ah, qual é... Deixa o cara gostar de tubarões pô. - Bufei. 
- Não é essa a questão! - Virei-lhe um tapa na cara. Ele estava tão vidrado que mal reclamou. - A questão é de que ela corre perigo. Ainda mais na beira do mar, que é pra onde eles vão. É melhor você se apressar Justin, eles já foram.
- Como você descobriu isso? 
- Porque eu já fui uma de suas vítimas. Se quer ter a Demi de volta, vá atrás dela. 
- Qual é a tua, garota?! Ajudando-me a salvar a vida do ser humano que você mais odeia no mundo?
- Vai logo, porra! Ela tá em perigo. - Empurrei-o para fora do apartamento, jogando uma calibre 38 em suas mãos. Antes de fechar a porta ele empurrou-a e colocou a cabeça para dentro. 
- Aonde fica? 
- Lost Fort! Aquela praia abandonada.
- Tá! - Bati a porta. 
Nem pensar que vai ser outra pessoa á matá-la. Quem vai fazer isso com as próprias mãos vai ser eu. 


P.O.V DEMI LOVATO

- Que lugar lindo! - Disse admirada, olhando para todos os lados. Nós estávamos em alto-mar, com uma lancha dele. Nós já havíamos deixado nossas coisas na praia. Ele alugou o local só para nós dois, então não seremos interrompidos ou roubados. Era como se fosse um forte. 
- Eu sei! - Ele disse rindo, se sentando na beira do barco e jogando sua vara de pesca. - Quantos peixes você já pegou, hein senhorita Demétria? 
- Nenhum! - Disse indignada. - Isso vai mudar, você vai ver! 
- Aposto que sim! - Ele riu, se levantando e jogando a vara no chão do barco. Ele entrou para a área fechada da lancha e checou como estava o barco. Me restou ficar admirando o céu incrivelmente estrelado, fazendo-me lembrar de Pattie. Ela com certeza era uma daquelas estrelas ali, e a maior delas. Ela foi uma mulher incrível que eu vou lembrar para o resto da vida. 
- Demi, agora você vai fazer um favorzinho pra mim, sem gritar, quietinha. - Senti algo pontudo encostar em meu pescoço e vi o braço de Steven atravessado por ali. Ele estava me dando uma chave com uma faca apontada ao meu pescoço. Levantei correndo de onde estava e tentei me soltar, porém ele segurou meus braços para trás me imobilizando. Gritar não adiantaria nada, só havia nós ali. Porque diabos ele estava fazendo isso comigo?!
- Me solta, Steven! - Minha voz estava trêmula. - Me solta, por favor. - Ele tirou o seu braço de meu pescoço, porém, causou-me um corte no braço esquerdo. Soltei um grito de dor e entrei em desespero ao ver o corte enorme ali. - VOCÊ FICOU LOUCO? - Ele nem parecia me escutar, apenas me empurrou para a beirada do barco e deixou meu sangue pingar na água. Gritei em desespero. 
- Tira a roupa. - Ele sussurrou no meu ouvido, soltando-me. 
- Nem fodendo! - Disse nervosa. - Você só pode estar brincando comigo! Estamos em alto-mar, isso irá atrair tubarões, pelo amor de Deus, me diga que isso é uma brincadeira de mal gosto. 
- TIRA A PORRA DA ROUPA! - Ele puxou a minha camiseta, fazendo-a rasgar. - ANDA! - Ele se aproximou de mim com a faca. Tirei aquela blusa rasgada e puxei minha calça, retirando-a de meu corpo. - Perfeitamente! - Ele sorriu, analisando o meu corpo. - Será uma pena jogar esse corpinho maravilhoso para os tubarões antes de ele ter sido comido por um experiente de carteira assinada. - Ele me rodeou, acariciando a minha bunda levemente. - Você é muito gostosa, garota. 
- Então deixa a gostosa te dar uma noite inesquecível em troca de sua vida? - Ele gargalhou alto e escandalosamente. 
- Eu vou te foder, você querendo ou não, mas sinceramente, não dá. A sua hora chegou. - Ele novamente se aproximou com a faca, deixando um corte pequeno em minha barriga. Urrei de dor, dando-lhe um soco no braço. - Se eu fosse você não brincava com fogo. - Ele apertou meus braços para trás com brutalidade, fazendo com que eles até estalassem. O garoto começou a abaixar a minha calcinha, fazendo escorrer uma lágrima por meus olhos.
- SOLTA ELA! - Meu olhar foi direcionado para o início do barco, aonde Justin subia pela mini escada. Soltei um grito para que ele se mandasse dali.
- VAI EMBORA JUSTIN, PARA COM ISSO!
- NÃO! EU VIM AQUI TE SALVAR DEMI, EU NÃO VOU EMBORA SEM VOCÊ!
- PARA DE FALAR MERDA MENINO, VAI EMBORA! ANDA!
- Óh, amor mal resolvido? O jovem garoto bom veio salvar a jovem garota boa? Que coisa mais clichê!
- Faz o seguinte Steven, se você poupar a vida dele, eu pulo. 
- Combinado. - Ele parecia animado. - Eu quero você, não ele! 
- NEM PENSAR! - Justin correu até nós, tentando me soltar. Steven levantou a faca e foi o momento de eu tirá-la de suas mãos para não acertar em cheio na barriga de Justin. Empurrei os dois, para lados opostos e catei a faca no chão, fazendo um outro corte em minha barriga. Espremi os lábios e deixei algumas lágrimas escorrerem por meu rosto.
- Eu já disse que vou pular. Eu agradeço seu esforço Justin, mas como você já deu a sua vida pela minha uma vez, nada mais justo do que eu retribuir. - Lancei-o um sorriso e me pus de costas, pulando diretamente na água. Eu já estava meio zonza pelo sangue que havia perdido, então, após pular na água e ficar alguns segundos, fui perdendo os meus sentidos. Seria esse o meu fim? 

POV JUSTIN

- DEMI, PORRA! DEMI! - Gritava loucamente, eu estava descontrolado. Eu não acredito que ela fez isso. Catei a faca no chão, competindo um pouco com Steven. Ele tinha um sorriso vitorioso no rosto, mas isso não duraria muito tempo. Pude ver um tubarão se aproximando da poça de sangue que ali se formava no mar e eu tentava ganhar tempo. Steven tentava tirar a faca de minhas mãos, mas se deu mau quando a mesma atingiu a sua mão causando um corte. Ele resmungou alguns palavrões e foi o momento que tive. Corri em sua direção e cravei a faca em sua barriga, fazendo-o dar um grito de dor. Empurrei o seu corpo para fora do barco, pulando na água logo em seguida. Abri os olhos e tentei enxergar o corpo de Demi. Ela estava afundando, ela havia perdido a consciência. Voltei até a superfície e peguei ar, indo para dentro d'água novamente e pegando o seu corpo. 
Steven caiu justamente na hora que o tubarão estava chegando. Que ele faça bom proveito daquele monte de merda. Beijei os lábios de Demi, liberando o ar que havia pegado para dentro de sua boca. Puxei seu corpo até a superfície, jogando-o para dentro do barco. Corri até ela e comecei a fazer respiração boca-a-boca, porém ela não reagia. Pressionei minhas mãos sobre o seu peito com força, tentando fazê-la liberar a água dentro de seu corpo, que a impedia de respirar. 
O problema era: Ela simplesmente não reagia, não respondia os meus comandos. 
Tapei seu nariz e novamente fiz a boca-a-boca, pressionando minhas mãos sobre o seu peito com toda a minha força, falhando mais uma vez. Encostei uma de minhas mãos sobre o seu peito, tentando sentir se seu coração estava batendo, porém, ele parecia que havia parado. Peguei em seu pulso desesperadamente e percebi que ela também não tinha mais. Não acredito que falhei. Não acredito que deixei-a partir sem dizer que lhe amava. Não acredito que deixei-a partir sem antes fazer a sua vida valer á pena.

15+ comentários.

Muito obrigada por todos os comentários, fico feliz que a cada dia aumente! Valeu mesmo! <3 
É... Agora eu mudei meu user para o meu nome porque eu tô gostando de um garoto e... Longa história, hahaha. Se quiser comunicar: @AliiceAlmeida. 
Beijinhos, até a próxima.


Ultimos avisos:
Ajudem-me a divulgar a fic pelo twitter e ficar famosa, que eh o meu sonho... Brilhar como um diamond k. 

                       

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domingo, 9 de junho de 2013

Capítulo 9 - Roles Reversed. I lost my baby.


Leiam a nova fanfic no anime: TAKE CARE
Assistam o TRAILER de ROLES REVERSED:


1 MÊS DEPOIS -

- Senhorita Demi, eu acho que você deveria consultar um médico quanto antes. - Dizia Patrícia, outra mulher que eu havia contratado para cuidar de minha casa. - Você vomita de segundo em segundo. 
- Eu tenho gastrite, é só isso! - Coloquei a pasta na escova e comecei a escovar meus dentes. 
- Não sei não! Gastrite é terrível, nada para no estômago, mas isso já tem quase um mês. Não pode ser apenas isso! 
- E o que você acha que pode ser isso? 
- Gravidez. 
- O QUÊ? NÃO, NÃO, NÃO. 
- Demi, é o que tudo indica. Mal estar, vômito, preguiça... Você deveria comprar um teste. 
- Mas... 
- Sua menstruação está atrasada?

Não quis responder aquela pergunta. Pela a minha cara, era óbvio que sim. Eu  não podia estar grávida, de forma alguma. E além disso, eu tenho um grande problema. Quer dizer, eu tenho quatro problemas. Chaz, Ryan, Chris ou Justin? Quem era o pai? 

- Você está grávida! - Ela sorriu alegremente. 
- Não, não pode ser. 
- Por quê, Demétria?
- Porque... Bem... Eu... Tive relações sexuais com quatro caras um mês atrás. 
- E vocês não usaram camisinha? 
- Não... 
- Oh meu Deus! 
- Mas eu não posso ficar triste por antecedência, não é mesmo? Vamos lá, eu faço o teste e digo se estou ou não. Estou me precipitando. 
- Talvez. Você quer que eu já com você? 
- Sim, por favor. 

Tirei o meu pijama e coloquei uma regata branca, um short jeans e para completar um vans. Desci as escadas e Patrícia também estava arrumada, com sua bolsa em seu ombro. Caminhamos até o meu carro que estava estacionado no jardim e eu adentrei o local, tomando o lugar do motorista. Esperei com que Patrícia fizesse o mesmo e eu coloquei o sinto. Dei a partida e em alguns minutos nós já estávamos na farmácia. 

- Calma, Demétria! - Patrícia segurou minha mão. - Meu Deus, como você está gelada garota! Você correu o trajeto inteiro, não tem o porquê se apavorar. 
- Você não conhece os caras com quem eu transei. 

Nós descemos do carro e fomos até a farmácia. Pedi um teste de gravidez, indo até o banheiro para fazer aquela merda. Eu juro que quando eu vi o resultado deu vontade de me enfiar dentro da privada e dar descarga. Sai de dentro do banheiro parecendo uma assombração de tão branca, dando um susto em Patrícia que me aguardava logo ali.

- Garota do céu, o que foi?
- Eu tô grávida. 
- Oh meu Deus!
- Esses testes podem falhar!
- Você tem certeza que ele falhou?
- Eu... Não. 
- Se quiser consultar um médico, irei com você. 
- Tudo bem. Muito obrigado Patrícia! - Abracei-a. 

Caminhamos de volta até o carro. 

- Você deveria ficar feliz. Gravidez não é o fim do mundo. 
- Não quando quem pode ser o pai me odeia. 
- Mas... - A interrompi. 
- Quando o pai dela pode ser alguém que eu transei só por transar.
- Hã? 
- Quando o pai dela pode ser um rapaz que gosta de mim mas eu não sinto nada além de amizade por ele. 
- Demi... - A interrompi
- Ou quando o pai dela pode ser um irmão para mim. 
- Meu Deus! - Ela estava surpresa. 
- E... O único que eu realmente quero que seja o pai dessa criança, é a primeira opção. 
- O cara que te odeia? Por que não valoriza quem gosta de você?
- Porque ele me ama. E eu sei disso.
- Mas você disse que ele te odiava?!
- Exatamente. Mas o que ele sente é mágoa. O amor que ele tem por mim é o mesmo. Confie. Eu já passei por isso. 

[...] 2 semanas depois...

- Bem vinda, senhorita Demétria! - O médico me estendeu a mão e eu lhe cumprimentei. - Pelo o que estou vendo aqui, você veio porquê tem suspeita de gravidez? Na verdade, não é suspeita. Você disse que já fez uns 5 testes ao decorrer dessa semana e todos deram o mesmo resultado, correto? 
- Correto. Mas eu ouvi dizer que esses testes dão errado ás vezes, por isso resolvi consultar o médico. 
- Então eu vou lhe perguntar algumas coisas, tudo bem? - Assenti. - Você continua vomitando, tendo náuseas? 
- Sim. Não tão frequente, mas continuo da mesma forma. 
- É praticamente na parte da manhã? 
- Sim. 
- Entendo. E os seios, que eu pedi para você reparar, eles aumentaram? 
- Eu acho que não! - Disse, insegura. - A-a minha g-governanta disse que notou diferença... Mas eu... 
- Sei como é isso! - Ele deu uma risadinha. - Você poderia deitar ali? Vou lhe examinar. - Assenti com a cabeça e fui até a cama, deitando-me sobre ela. Ele levantou a minha blusa e examinou o bico de meus seios. O médico pediu-me para me levantar e assim eu fiz, voltando-me para a cadeira. - Bom, as aréolas de seus seios estão bem mais escuras do que o normal, isso também pode ser um sinal de gravidez. A senhorita sente pontadas em seus seios, desse tempo para cá? 
- Sim. 
- Tudo bem, senhorita Demétria, eu só estou lhe enrolando mesmo. É claro que você está grávida meu bem. Eu lhe disse para vir aqui semana passada e nós iríamos apenas avaliar seu corpo, certo? - Assenti. - Você está bem gordinha já, não é possível que você não reparou. Tem um bebê se formando aí. 
- Ai meu Deus! - Disse com uma pontadinha de tristeza e outra pontadinha de alegria. 
- Vou recomendar á você voltar aqui semana que vem para podermos definir o tempo de gestação e dependendo, você já poderá descobrir o sexo do bebê! - Ele me entregou um papel. - Sem fazer muito esforço, ok? 
- Ok! - Sorri. 

Abracei-o e passei pela porta, dando de cara com Patrícia. Ela sorriu para mim, como se já soubesse a resposta. 
- É, eu estou grávida!
- Eu lhe disse, Demi. Eu já fui enfermeira e sei quando as mulheres estão realmente grávidas. E o que ele disse?
- Para voltar aqui semana que vem para definir o tempo de gravidez e talvez até saber o sexo do bebê!
- Isso é ótimo, minha querida.
- Nem tanto. - Uma lágrima escorreu por meus olhos. 
- Mas um filho é um presente de Deus!
- Eu sei... Eu sei... Mas é que... 
- Eu também sei que é complicado pra você, mas você irá superar. Você tem uma filha linda em casa, ela irá adorar ter uma irmãzinha, ou irmãozinho. Pensa nisso! Você não ama Lianne mais do que tudo? 
- Sim! 
- Então pensa nas alegrias que esse segundo filho poderá lhe trazer. 
- Obrigada por fazer-me enxergar isso de uma maneira positiva Patrícia. - Sorri e a abracei. 
- Por nada! 

[...] 1 semana depois...

- Quase três meses de gestação. - O médico afirmou. 
- Sério? - Disse feliz. 
- Sim! E como já passou da 5º semana, poderemos fazer a ultrassonografia para definir o sexo do bebê, se você quiser, é claro. 
- Eu quero, claro que eu quero! - Disse sorrindo. 
- Me acompanhe até uma sala proporcional de ultrassom. Já estava preparada para você! - Lancei-o um sorriso, seguindo-o.

Adentrei a pequena sala e me deitei na cama, olhando para a televisão pregada na parede, que ainda não aparecia nada. O médico levantou minha blusa e colocou um gel gelado, vindo com aquele aparelhinho. Ele começou a passar por todas as áreas da minha barriga, me deixando cada vez mais nervosa. Fiquei acompanhando na televisão, mas não dava para identificar muitas coisas. Durante o processo, algumas perguntas vieram na minha mente e eu sabia que teria que perguntar agora, ou nunca perguntaria. 

- Médico... Ahn... Como é possível saber quem é o pai sem fazer o DNA? 
- Olha... O método mais apropriado é realmente fazer o DNA assim que a criança nascer. 
- Mas eu quero saber o quanto antes. Eu preciso saber o quanto antes. 
- Com quantos homens você transou antes da suspeita de gravidez?
- Quatro. - O médico quase se engasgou com a própria saliva. 
- E... - Ele piscava freneticamente. - Você chegou a ter náuseas após transar com esse todos rapazes?
- Na verdade, eu transei com 3 de uma vez só. - Ele estava realmente chocado. - E no mesmo dia que eu transei com todos eles, eu já vomitei. 
- Certo. E quem foi o quarto? Foi depois ou antes?
- Antes. Bem Antes. 
- Bem, ele certamente é o pai. A não ser que vocês tenham usado camisinha. 
- Não. Não usamos. E era pra eu ter tomado o anticoncepcional, mas eu estava bêbada e esqueci. 
- E ele chegou a gozar dentro de você? 
- Dentro de mim. 
- Então, ele provavelmente é o pai. - Ele pegou o papel higiênico e me entregou, para que eu pudesse secar minha barriga. Assim que terminei, abaixei minha blusa e coloquei-o em cima da mesinha. Sentei-me na cama e fiquei aguardando a resposta do doutor. - Senhorita Demétria, quer mesmo saber? - Ele tinha um sorriso nos lábios. 
- Muito!
- É um menininho. - Ele riu. 
- Ai meu Deus! Agora eu vou ter um casal! - Disse sorrindo alegremente. 
- Parabéns! - Ele me abraçou. - Aqui estão os papéis da ultrassom e o vídeo. - Ele me entregou uma sacolinha. 
- Muito obrigada doutor! 
- Por nada! 

Deixei o consultório e fui direto ao meu carro, sorrindo feito a pessoa mais feliz do mundo. Dei a partida rapidamente, e quando eu parei no sinal, meu celular começou a tocar. No visor indicava "Casa". Será que tinha acontecido alguma coisa? 

Início de Ligação

- Demi, d-e-demi. 
- Oi Patricia, aconteceu alguma coisa?
- S-sim. 
- Meu Deus, o que foi? - Acelerei o carro. 
- A Li-lianne. - Ela gaguejou.
- O QUE TEM A LIANNE PORRA? 
- S-sumiu. - Freei o carro bruscamente, fazendo-o parar. 
- SUMIU? COMO ASSIM SUMIU? 
- Eu fui no quarto dela para ver se ela já havia acordado e quando eu cheguei lá, não havia mais nada. Só um bilhete em cima da cama. 
- QUE-QUE TIPO DE BILHETE? 
- "Se você achou que eu havia me esquecido do que você fez, você está muito enganada. Você sabe que não irei fazer mal a nossa filhinha, mas que eu posso tirá-la de você, isso você pode ter certeza." 
- PATRÍCIA, EU NÃO VOU PRA CASA HOJE. 
- Mas senhorita Demétria, você está grávida, é melhor ficar aqui e acionar a polícia!
- A Polícia? Quer me mandar pra cadeia também porra? Deixa que eu resolvo isso. 
- Não importa, eu aciono, não precisa nem ser voc... - Desliguei o celular. 

Fim de Ligação

Acelerei o carro sem me importar com nada daquilo, eu só queria pegar a minha filha e fugir o mais rápido possível. Pisei fundo no acelerador e fui até a antiga casa de Justin. Ele com certeza estava querendo me atrair de alguma forma, então não havia motivos para se esconder. Foi quando um som alto e uma voz rouca invadiu meu carro. 

- Se pensa que está no caminho certo, está enganada. 

- Justin, deixe a Lianne em paz! Ela não tem nada á ver com isso. 

- Se quiser recuperar sua filhinha, estamos no casebre. 

- Você mesmo disse que não seria capaz de machucá-la. 

- Não seria mesmo, mas seria capaz de tirá-la de você. O helicóptero nos espera. 

- FILHO DA PUTA! - Bati a mão no volante. 

Dei meia volta, freando o carro e fazendo-o rodar na pista. Segui em frente, sem me importar com a velocidade, afinal, eu estava bem longe daquela droga de casebre. Eu tinha que chegar lá o mais rápido possível. Eu tinha que voar para lá! 

[...]

Quando avistei a pequena casinha bem a minha frente, joguei o carro para o meio do mato e mal esperei ele parar, descendo do mesmo e batendo a porta bruscamente. Corri até o casebre e abri a porta com brutalidade, não encontrando nada lá dentro. Resmunguei alguns palavrões, chutando a mesa de madeira que havia á minha esquerda, que se quebrou em mil pedaços. 

- Calminha, princesa. - Virei-me para trás assustada, dando de cara com um sorriso malicioso de Justin. 
- Por quê está fazendo isso?
- Por que você é uma vadia. Uma VADIA! 
- Não, Justin! Eu não sou uma vadia. 
- VADIA, VOCÊ É UMA VADIA! 
- PARA DE ME CHAMAR ASSIM, PORRA! EU NÃO SOU UMA VADIA!
- ENTÃO PORQUE TINHA QUE TRANSAR COM TRÊS HOMENS AO MESMO TEMPO? TRÊS HOMENS NÃO, TRÊS FILHOS DA PUTA QUE SE CHAMAVAM MEUS AMIGOS! MAS PELO O QUE EU SEI QUEM LHES INDUZIU A ISSO TUDO FOI VOCÊ, SUA PIRANHA, VAGABUNDA! - Senti uma ardência em meu rosto, ele foi bruscamente girado para o lado. Foi tão rápido e inesperado que eu estava completamente chocada. Já haviam se passado dois muitos e eu ainda não conseguia acreditar naquilo. Justin permanecia olhando-me com fúria, ódio e sem vida alguma. Virei meu rosto levemente para frente e encarei seus olhos inteiramente vermelhos de raiva. 
- Se eu sou uma vadia, piranha... - Engoli o choro. - Vagabunda... Foi porque você me transformou assim. Eu sou apenas outra vítima sua, Bieber. 
- Eu vou acabar com a sua raça! - Ele segurou minhas bochechas entre os quatro dedos e o polegar, com força. - Você vai apanhar como nunca apanhou na vida. Não devia ter me desafiado desse jeito. - Meu rosto começava a suar frio, eu estava com medo. Ele me jogou no chão bruscamente, fazendo-me bater a cabeça na parede de madeira. Um quilo de poeira voou e eu mal pude enxergar seu rosto de novo. Só foi possível encontrá-lo, assim que senti outro tapa acertar a minha cara. Justin agarrou meus cabelos e me arrastou pelo casebre, fazendo-me urrar de dor. Havia alguns pregos pelo chão, também de madeira, que rasgavam a minha roupa e até mesmo minha pele. A poeira no chão e a areira cortavam os meus braços e só me restava gritar. Ele me ergueu pelo cabelo e me jogou em cima da mesa bruscamente. Encarei-o assustada e ele amarrou meus braços e minhas pernas em questão de segundos. Justin pegou uma cadeira e se sentou, bem na minha frente, mostrando o aparelho de fazer tatuagens em sua mão. Soltei um grito e tentei me jogar da mesa, mas ele segurou o meu braço com força e deu início a tatuagem. 

Assim que ele terminou, eu estava completamente morta em cima daquela mesa. Eu tinha urrado de dor, tinha me auto-cortado com minhas unhas, estava suando e exausta. Justin soprou a tatuagem e eu pude ver as letras em volta de meu braço. Elas formavam em forma horizontal "justin bieber's property". Ele novamente pegou em minhas bochechas e aproximou seu rosto do meu. 

- Isso é pros homens que transarem com você, se lembrarem que, depois do ocorrido, eles possam dizer adeus aos seus pintinhos de merda. E para você se lembrar que, tudo que vai, volta. E que não importa quantos vai e vem nós tivermos, você sempre será minha. 
- E se eu não quiser ser mais sua? 
- Tarde demais. Isso estará para sempre sem sua pele. Para sempre
- Eu odeio você. - Murmurei amargurada. 
- Odeia é? - Ele pegou meus cabelos e me jogou no chão novamente, dando-me um chute na minha barriga. Foi aí que eu me lembrei que estava realmente grávida. E desse cafajeste. Uma dor enorme percorreu o meu corpo inteiro e eu gritava desesperada. Levantei depressa, segurando minha barriga e subindo correndo para o andar de cima que havia ali. Corri para lá e comece a chorar desesperadamente. Segurava a minha barriga com força, como se aquilo fosse adiantar algo. Minutos depois eu ouvi passos sobre a escada e recuei, soltando um grito novamente pelas pontadas que levava em minha barriga. Assim que eu vi a imagem de Justin completamente irado de raiva, levantei-me ainda deixando todas as lágrimas saírem. Tentei passar correndo por ele, mas me desesperei assim que vi a marca de sangue que eu deixava por onde eu passava. Meu Deus. Eu realmente estava perdendo o meu bebê!

Me desesperei e corri até a escada, tentando não tremer para descer. Mas isso foi tarde demais. Senti meu corpo todo ser jogado bruscamente pela escada. Minha cabeça bateu em um degrau e eu olhei para cima, encarando o olhar malicioso de Justin. Seus olhos estavam vermelhos, mas não de raiva, ele havia voltado a aplicar heroína na veia. 

- J-justin... - Disse, estrebuchando sobre o chão. - Ele seria um filho lindo.  O nosso filho. 



15+ comentários

Lol, não chegou nem perto de 25 comentários mas ok, não irei mais reclamar. '-' 
Espero que tenham gostado do capítulo. Beijos. 
@jbpowerful

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Capítulo 8 - Roles Reversed. Threesome?


Leiam a nova fanfic no anime: TAKE CARE
Assistam o TRAILER de ROLES REVERSED:

Música do capítulo: 

BOA LEITURA!

- Ei pequena, por que não vem tomar um sorvete comigo? Eu juro que se você quiser colocar a sorveteria inteira dentro de seu pote eu pago pra você! 
- Jura? - Seus olhos brilharam. - Eu aceito, é claro! - Ela disse rindo. - Mas tem que ver se a mamãe deixa. - Ela olhou para mim com uma carinha de anjo. 
- Por que ela não vem com a gente? - Justin me interrompeu antes que eu pudesse lhes responder. 
- É melhor não. - Disse convicta. - Mas você pode ir tomar o seu sorvete com ele, é claro! - Sorri para ela. - Eu preciso resolver algumas coisas e não poderei acompanhar vocês. - Menti. 
- Ah, que pena mamãe! - Ela fez beicinho. - Mas se você deixa eu ir, eu vou!!! - Ela pulou no colo de Justin.
- Então vamos lá, princesa! - Ele se levantou e colocou Lianne no chão, abrindo a porta do carro para ela. A garotinha deu-me um tchauzinho pela janela do carro e sorriu lindamente para mim. 
- Bem, eu vou entrar Jeremy! - Disse me virando á ele. 
- Tudo bem, Demi! 
- Obrigada mais uma vez por cuidar dela. Esses dias aconteceram muitas coisas que eu realmente não esperava e... 
- Eu entendo! - Ele me interrompeu, rindo. - Demi, pense bem! - Exclamou o homem. - Em quem você realmente ama, em quem você realmente quer ter ao seu lado. Ele não é uma pessoa tão má. Em questão de amor, o Justin é outra pessoa. Em questão de você, ele é completamente outra pessoa. Ele não é uma pedra de gelo. Nenhum de nós somos. Essa casca gelada que se forma em volta de nós quando estamos magoados por algo, é um cristal muito forte, mas não inquebrável. Está na hora do seu se quebrar, Demi. E para que Justin também possa quebrar o dele, ele precisa de você. Passar bem! - Ele tocou o meu ombro e lançou-me um sorriso confortador. Ele deu-me as costas e caminhou de volta para a sua casa. Eu confesso que fiquei mexida com suas palavras, e elas ficarão horas enchendo a minha cabeça, mas eu não sei ainda se é a hora certa para quebrar esse cristal, como ele disse. Talvez ainda seja cedo, afinal, essa história só está começando. 
Abri o portão principal e caminhei pelo jardim, indo até a porta de minha casa. Adentrei o local e fui diretamente ao meu quarto. Deixei minha bolsa em cima da cama e joguei-me sobre a cama, fechando os olhos e tentando esquecer do mundo. Eu estava simplesmente sem cabeça pra pensar em nada daquilo. 

[...]


Estava um calor desgraçado hoje que eu nem coloquei pijama. Fiquei usando apenas a minha lingerie preta, afinal, não havia ninguém em casa. Justin ficou insistindo para levar Lianne pra tomar um sorvete e eu não via problema nenhum naquilo. Deitei-me espaçosamente sobre a cama enquanto eu sentia a brisa vir da janela e tentava relaxar. O dia de ontem havia sido estressante demais e eu mal me lembrava do que eu havia feito. Levantei-me da cama e fui até a varanda, não me importando por estar quase semi-nua. Debrucei-me sobre a grade e fiquei curtindo o ventinho, mesmo que fosse pouco, dava para me refrescar. 

- É melhor a gente voltar. 
- Sinceramente, eu tô adorando essa vista. 
- Concordo com o Chaz. 
- Vocês são uns trouxas! 

Olhei para baixo, tentando identificar de onde vinha aquelas vozes. Acabei encontrando os três patetas encostados em seus carros no jardim, olhando para mim. Chaz riu malicioso, mordendo os lábios. Chris abaixou a cabeça um pouco envergonhado e Ryan tentava desviar os olhos. 

- Vocês são muito criancinhas mesmo! - Disse rindo da situação em que eles se encontravam. - Subam aí. 

E então eles começaram a apostar uma corrida de quem chegava mais rápido. Esses meninos são muito engraçados mesmo. Resolvi não trocar de roupa, até porque, eu não havia me esquecido de prometê-los uma noite maravilhosa. Eu fui até a porta de meu quarto e deixei-a aberta, rindo dos 3 panacas fazendo uma barulhada enorme lá embaixo. Quando eles finamente chegaram, cada um parou na minha frente tentando se controlar sobre aquela situação. Eu estava deitada na minha cama em uma posição que eu julgava ser sexy, lendo um livro qualquer. 

- E aí meninos, como vocês estão? - Disse rindo, levantando-me da cama e indo em direção á eles. Dei-os um sorriso malicioso, puxando Chris pela gravata e levando-o até a cama, cortando a distancia entre nossos lábios e dando-lhe um selinho. Voltei até Chaz & Ryan, que se encontravam um pouco nervosos. A reação de Chaz era a mais safada, que quase me comia com o olhar. Ryan estava um pouco mais tranquilo, afinal, a gente já quase havia transado uma vez. Então resolvi começar com Chaz, desabotoando sua camisa social, que sinceramente, não sabia porque ele estava a usando. Eu só sei que caía super bem e lhe deixava completamente sexy. Arranquei sua blusa com agressividade e joguei-a no chão, levantando os meus pés e dando-lhe uma mordida no pescoço. Dei-lhe um beijo no seu peitoral extremamente bem definido e uma arranhada com força. Levantei-me novamente e me aproximei, colocando os meus braços em volta de seu pescoço e lhe dando apenas um beijo no canto da boca. Empurrei-o para cama e ri enquanto ele me olhava indignado. Parti para Ryan, que me lançou um sorriso malicioso e mordeu os lábios, puxando-me pela cintura e grudando nossos corpos. Nesse momento eu já estava á suar. Ryan usava uma regata branca como de costume, deixando tudo ainda melhor. Passei minhas mãos por suas costas e tirei-a, deixando seu peito nu. Ele riu e eu, sem pestanejar, abaixei sua calça com facilidade, pelo fato de ele não estar usando cinto. Dei uma encarada em sua cueca Box verde, erguendo o meu corpo e virando-me de costas, esfregando os nossos corpos. Ele soltou uma risadinha rouca em meu ouvido e eu empurrei-o para a cama, juntamente dos outros meninos. 

- T-tem certeza que é uma boa ideia, Senhorita Demétria? - Chris questionou e eu dei uma risadinha, indo para cima da cama e colocando os meus joelhos um de cada lado sobre o seu corpo. Inclinei-me e apertei meus seios perto de seu rosto. Ele arregalou os olhos e riu, dando-me por satisfeita. - Sim, é uma boa ideia. - Antes que eu pudesse fazer alguma coisa, Chaz puxou meu braço com força jogando-me na cama brutalmente e prendeu os meus dois braços em cima de minha cabeça, segurando meus pulsos com uma mão. Com a outra ele deu liberdade aos meus seios, jogando meu sutiã para qualquer lugar do quarto. Ri daquilo e ele sem pensar começou a chupar os bicos de meus peitos. Aos poucos ele foi soltando a minha mão e apertando os meus seios com força, fazendo-me morder os lábios para não liberar gemidos. Ele chupava cada cantinho suavemente e lentamente, dando um toque delicioso naquilo. Eu simplesmente poderia deixá-lo fazendo aquilo o tempo inteiro. Já estava começando a sentir minha intimidade latejar e estava cada vez mais difícil não gemer. Foi aí que senhor Ryan Butler entrou em ação. Suas mãos fortes e grossas começaram a acariciar minha vagina por cima da calcinha. Foi impossível me segurar e eu liberei um gemido alto de meus lábios. Ele riu de minha reação e Chris resolveu realmente entrar na brincadeira. Ele acompanhou Ryan e rasgou a minha calcinha, colocando a sua boca e começando a chupar-me inteiramente. Seus dedos deslizaram facilmente por minha vagina, fazendo-me gemer um pouco. Tombei minha cabeça para trás quando já eram 3 dedos de Ryan e 3 dedos de Chris. Eles riam das minhas tentativas frustadas de não gemer e não me entregar totalmente á eles. Os dois garotos estavam me levando á loucura, eles sabiam como me deixar completamente despreparada para aquilo. 
Quando eles finalmente terminaram os seus servicinhos, eu empurrei Chaz que ainda estava em cima de mim, fazendo o mesmo cair sobre a cama. Subi em cima dele e juntei os nossos lábios, iniciando um beijo quente e intenso. Nossas línguas se encontravam e nossa sintonia era incrível. Ele dava apertões em minha bunda enquanto eu arranhava suas costas com força. Marcas são sempre boas. Separei nossos lábios e desci o beijo pelo seu peitoral, beijando cada cantinho de sua barriga bem definida. Sua calça estava quase no joelho, ele é outro que nem mania de usar calça caída. Abaixei sua cueca e seu pênis saltou de lá, fazendo-me morder os lábios. Coloquei as mãos na base e passei a língua pela cabecinha, fazendo o garoto tombar a cabeça para trás em forma de prazer. Ri daquilo e comecei a chupar o topo devagar, causando-lhe arrepios. Minha mão aos poucos foi começando a acariciá-lo devagar e com suavidade, deixando o garoto mais duro ainda. Se isso era fisicamente possível. Minha boca deslizou pela metade de seu pênis, fazendo-o gemer com aquilo. Ajeitei o meu corpo e comece a chupá-lo com mais rapidez, enquanto minha mão auxiliava-me com os movimentos de vai e vem. Eu tentava de todas as maneiras enfiar aquele troço inteiro dentro de minha boca, mas ele era grande demais. Será que todos os amigos do Justin tem pau grande? Se for assim eu quero transar com todos eles, por favor. Senti a minha bunda arder e soltei um grito, percebendo que havia levado um tapa. Olhei para trás e vi Ryan completamente NU, sorrindo malicioso para mim. Ele já segurava a base de seu pênis e estava pronto para penetrá-lo em mim. Fechei os olhos e voltei-me a concentrar no meu maior paraíso. 
Chaz me olhava indignado por eu ter parado e eu deveria ter pensado nisso antes de ter resolvido transar com três canalhas. Chaz colocou sua mão sobre a minha cabeça e começou a me ajudar com os movimentos sobre o seu pênis. Minha cabeça subia e descia com mais rapidez e força. E sim, agora eu havia conseguido colocar seu pau inteiro dentro de minha boca, fazendo-me engasgar. Naquele momento eu soltei um grito também, porque Ryan estava puxando o meu cabelo e ele havia acabado de me penetrar na bunda. Ele foi curtindo os movimentos devagar, lentamente, causando-me sensações inexplicáveis. Esses meninos estão me deixando maluca. Os movimentos de vai e vem de Ryan eram calmos e tão prazerosos que não havia como descrever aquilo. Eu estava indo á loucura. Foi quando Chris me surpreendeu, penetrando-me na vagina. Soltei outro grito de dor, até porque, eu não estava esperando ser comida por dois ao mesmo tempo. Meus gemidos ficavam cada vez mais altos quando os dois começaram a aumentar a velocidade. Chris estava mais rápido do que nunca, aquilo estava ardendo pra caralho. Eu nunca imaginei-o tão bruto dessa forma. Seus movimentos de vai e vem eram completamente maravilhosos e eu tinha certeza que estava bem próxima ao paraíso. E é, eu havia chegado ao paraíso. Chaz havia começado á acariciar minha boceta, impedindo-a de arder um pouco. Eu gemia a cada segundo, eu estava sentindo que o meu ápice estava cada vez mais próximo. Aquilo era uma completa loucura. A melhor coisa que eu já havia experimentado em toda a minha vida. Melhor do que assaltos, melhor do que grana, melhor do que tudo, completamente tudo! Chaz abusava de todo o meu corpo, hora lambendo minha intimidade, hora chupando os meus seios e hora me acariciando. Ryan já estava com o seu corpo completamente mole, chegando em seu ápice. Chris também estava quase desistindo e eu estava morta de cansaço. Ryan retirou seu pênis de dentro de mim liberando um gemido de alívio de seus lábios. Chris deu-me um tapa na bunda e também pulou fora antes que gozasse dentro de mim. Eu me sentia completamente arrombada. 

- Minha vez. - Chaz disse rindo, jogando-me de frente sobre a cama e vindo em minha direção com um olhar malicioso. 
- Meu Deus, eu estou exausta. - Disse passando a mão na testa. 
- Foi você que começou isso. - Ele disse, próximo ao meu rosto. - Agora eu termino. - Eu arregalei os olhos e levantei-me da cama assustada, correndo para todos os lados do quarto. O que não foi uma boa ideia porque eu parecia um avestruz andando. Chaz me juntou na parede, pegando-me no colo e penetrando-me sem pensar. Soltei um grito e passei meus braços por seu pescoço, segurando-o com força, enquanto eu cavalgava sobre o seu colo. Suas entocadas eram fortes e brutas, deixando-me cada vez mais excitada. Porra, eu não aguentava mais, eu iria gozar. Meus gemidos mal saíam pelo fato de eu estar completamente rouca. Cravei minhas unhas em suas costas e arranhei-as, fazendo-lhe rir e aumentar a velocidade. Senti minha boceta engolir seu pau e encostei a cabeça na parede, aliviada. Ele me colocou no chão e eu tirei o suor da minha testa, que já vinha escorrendo. 
- Isso foi a coisa mais louca que eu já fiz em toda a minha vida! - Disse, jogando-me na cama e me deixando levar pelo cansaço. 
- Ainda não terminamos. - Os três garotos se aproximaram. 
- Hã? Como assim? - Disse arregalando os olhos. 

Os três liberaram seus gozos por todo o meu corpo, deixando-me completamente melada com aquela gosma. Eu estava até curtindo aquilo, era excitante e eu não via problema algum. Esfreguei aquilo por todo o meu corpo sensualmente, rindo da reação dos três garotos. 

- Demi? - Olhei assustada em direção a porta e tive a visão de Justin parado ali mesmo, completamente indignado com a cena que vida. - Lianne. - Ele se virou de costas, empurrando a menina para que ela não visse aquela cena. - Porque não vai no seu quarto e pega todos os seus brinquedos para nós brincarmos? Quero ver todos. Eu já vou lá, tudo bem? 
- Justin... Eu... - Ele fechou a porta. 
- Você não tem o que dizer, não é? 
- Não. - Abaixei a cabeça. 
- Será que a gente poderia conversar á sós? - Assenti, olhando para os meninos que se vestiam. 
- Tchau meninos... A gente se vê. 
- Tchau Demi. - Eles disseram em coro. 

Enrolei-me no lençol e sentei-me na cama, acompanhando Justin com o olhar. Ele tirou o celular do bolso e discou um número qualquer. 

- Pai, você pode ficar com a Lianne esta noite? 
- [...]
- Espero você então. Obrigado! 

Ele jogou o celular em cima da cama e abriu a porta, olhando para trás. 

- Coloca uma roupa, vadia. - Ele bateu a porta com força. 

Uma lágrima escorreu por meus olhos e eu parei para pensar se sua casca de gelo iria quebrar um dia. Levantei-me da cama e fui até o meu closet, vestindo-me:
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=83798493&.locale=pt-br

Depois de um tempo, Justin voltou muito mais estressado do que antes para o meu quarto. Encarei-o assustada e recuei um pouco, com medo do que ele pudesse fazer comigo. Ele nem sequer fechou a porta. Ele apenas pegou seu celular e me encarou com fúria e mágoa. 

- Meu pai não vai poder tomar conta de Lianne mais. Aconteceu um imprevisto. Mas isso ainda não acabou Demi, isso ainda não acabou! - Ele se aproximou brutalmente até mim, batendo os pés. Ele virou-me um tapa na cara com tanta força que é capaz de seus dedos ficarem marcados por uma semana em meu rosto. - Você é uma vadia. Uma vadia filha da puta! - Ele me empurrou na parede e deu-me as costas, saindo pelo quarto e batendo a porta com força. 

Esfreguei o rosto, frustada. Estava sentindo uma dor enorme, mas não em meu rosto, em minha barriga. O meu estômago todo revirou e eu corri depressa até o banheiro, liberando todo o vômito de uma vez só. Aquela porra não parava de jeito nenhum e eu odiava vomitar. Lavei a minha boca e escovei os meus dentes, assim que aquela porcaria havia acabado de sair. Sai do banheiro completamente devastada. Eu não comi praticamente nada hoje e  porque diabos eu havia vomitado? Isso não pode estar acontecendo.



25+ COMENTÁRIOS

Oieeeeee, pôneis!
Desculpem a demoraaaaa, sorry! Eu operei tem uns 20 dias e eu estava de repouso, então, sem inspiração nenhuma pra escrever! Mais aí tá a surpresinha com um ménage da Demi, Ryan, Chris & Chaz. Não deu muito certo, não é? E AGORAAA DEMI? EHUEHE. Queria agradecer á todos que rezaram por mim e tiveram fé. Já já estou novinha em folha HUEHUEHEU s2
Espero que tenham gostado, amo vocês <3
VIREI PÔNEI-RAINHA, OLHA QUE LUXO! AQUI EH OUTRO NÍVEL KKKKKKKKKKKKKKKKKKK ♥

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